Saturday, March 10, 2007
Thursday, February 8, 2007
Portugal é um dos países mais centralizados da UE
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8.2.07
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Friday, January 26, 2007
Reforma do sistema eleitoral português
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[10. Reforma do sistema eleitoral português - "Finlândia: Municípios e Descentralização"]
[54] Círculo eleitoral, www.cne.pt
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26.1.07
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Thursday, January 18, 2007
Deficit de participação popular e cívica
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18.1.07
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Thursday, January 11, 2007
A obrigatoriedade do Referendo à Regionalização em Portugal
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Uma CCDR consiste num
[48] www.cne.pt/dl/apoio_rn_0811_1998_panfleto.pdf
[49] www.ccdr-lvt.pt
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11.1.07
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Saturday, January 6, 2007
Descentralização/Regionalização adiada por modelo distrital obsoleto
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“A assembleia regional é o órgão deliberativo da região e é constituída por membros eleitos directamente e por membros, em número inferior ao daqueles, eleitos pelo sistema da representação proporcional e o método da média mais alta de Hondt, pelo colégio eleitoral formado pelos membros das assembleias municipais da mesma área designados por eleição directa.”
[41] NUTS, ec.europa.eu
[43] pt.wikipedia.org/wiki/Subdivisões_de_Portugal
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6.1.07
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Friday, January 5, 2007
Situação em Portugal: autarquias locais (Entidades intermunicipais e urbanas)
De acordo com a Constituição da República Portuguesa, as subdivisões administrativas e políticas de Estado português são as seguintes: Regiões Administrativas (ainda não implementadas), Municípios (308) e Freguesias (mais de 4000).
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Entidades intermunicipais e urbanas – “sub-regiões”
[37] pt.wikipedia.org/wiki/Subdivisões_de_Portugal
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5.1.07
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Monday, January 1, 2007
Divisões administrativas da Finlândia: Regiões
“A Finlândia está dividida em 20 regiões (maakunta em finlandês, landskap em sueco). As regiões são governadas por Conselhos regionais que servem como foros de cooperação para os municípios de uma região. As principais tarefas das regiões são o planeamento regional, desenvolvimento de empreendimentos e a educação. Actualmente, Kainuu é a única região onde uma eleição popular acontece. As Regiões representam melhor as variações dialécticas, culturais e económicas que as províncias, que são divisões puramente administrativas do governo central.” [31] [trad.]
De seguida apresenta-se a descrição da organização dum conselho regional finlandês:
“A Assembleia do Conselho Regional
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1.1.07
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Sunday, December 17, 2006
Divisões administrativas da Finlândia: Municípios
Municípios da Finlândia
[26] Alain Lefebre, Lutte contre l'isolement en Finlande, societesnordiques.blogspirit.com
[27] www.korpilahti.fi
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17.12.06
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Monday, December 11, 2006
Divisões administrativas da Finlândia: Províncias
[Source image: www.geohive.com]
Subdivisões da Finlândia
Províncias da Finlândia
[20] This article is licensed under the GNU Free Documentation License. It uses material from the Wikipedia article: "Subdivisions_of_Finland" [traduzido]
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11.12.06
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Thursday, December 7, 2006
A primeira democracia moderna : "Direito de voto - confiança na lei. Cem anos de Democracia finlandesa"
[6. A primeira democracia moderna : "Direito de voto - confiança na lei. Cem anos de Democracia finlandesa"- "Finlândia: Municípios e Descentralização"]
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7.12.06
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Monday, December 4, 2006
Reformas recentes na Investigação e no Ensino Superior - Políticas de I&D
Reformas recentes na Investigação e no Ensino Superior
Continue a lerAs instituições do ensino superior foram encorajadas a melhorar (i) a receptividade regional, por cooperação com a sociedade local, e (ii) a internacionalização a todos os níveis; como um objectivo estratégico, é previsto que aproximadamente um terço de todos os estudantes estude no estrangeiro, pelo menos parte da sua graduação. Hoje, realizações significativas nestas áreas tornaram-se uma marca de qualidade do ensino superior finlandês. Também a infra-estrutura tecnológica finlandesa é considerada uma das melhores do mundo, e a engenharia é fortemente representada nas instituições superiores de educação - no que a isto diz respeito, o sistema finlandês difere de muitos dos seus parceiros europeus.
Em anos recentes , foi transferida autoridade do Ministério de Educação para as instituições, e o sistema de gestão por desempenho está hoje em dia baseado em bem desenvolvidos procedimentos de avaliação. As universidades e o ministério formulam objectivos para cada instituição e fazem acordos sobre financiamentos ou sobre o número de estudantes a ser inscritos (como é o caso dos politécnicos). De acordo com o Acto Universitário[16] , as universidades são autónomas e são intituladas a aceitar os representantes externos (negócios e outros) como membros das administrações. O Acto Politécnico, ratificado em 2003, reconheceu o papel dos parceiros sociais na formulação dos objectivos para os politécnicos.” [15] [trad.]
Políticas de I&D
[5. Reformas recentes na Investigação e no Ensino Superior - Políticas de I&D - "Finlândia: Municípios e Descentralização"]
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4.12.06
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Thursday, November 30, 2006
Uma organização descentralizada de Estado
Continue a lerOs municípios (kunnat) são o centro do sistema, largamente público, no qual o sector privado tem actualmente pouca relevância (só 4% dos médicos finlandeses têm uma actividade exclusivamente privada) e o Estado tem pouca intervenção, balizando objectivos e linha de orientação.
Os 431 munícipios (em 2006), de tamanho muito variável, desde centenas de habitantes a milhões de habitantes, são responsáveis pela oferta de serviços sociais e serviços de saúde aos residentes e cobram impostos para cobrir os custos referentes ao sistema. Os municípios contribuem com aprox. 44 % das despesas (14,8 biliões de euros, 48% do total, é a despesa do sector municipal em saúde e assistência social, est. 2005), o Estado com 17% e o sistema de segurança social com 16%. Esta responsabilidade municipal não é de agora. Existe desde 1972, com o ”Primary Health Care Act”[12]. Um aspecto interessante do sistema finlandês é a grande liberdade que os municípios possuem para se agruparem e organizarem com a finalidade de oferecer serviços comuns.
Na Finlândia, a nível dos cuidados de saúde primários, existem 270 centros de saúde, que podem ser comuns a vários municípios. Os cuidados de saúde secundários e terciários são prestados pelos hospitais - 5 hospitais universitários, 15 hospitais centrais e 40 hospitais de distritos, de menor dimensão. Todos eles são públicos, sendo detidos pelos 21 “distritos hospitalares”, que são reagrupamentos de municípios. Um aspecto importante consiste na aplicação cada vez mais vasta de NTIC[13] no sistema de saúde – os médicos dos hospitais e dos centros de saúde comunicam amplamente por meios electrónicos e os dossiers dos pacientes estão informatizados nos sectores mais avançados.
Sintetizando, pode-se afirmar que o sistema de saúde finlandês é bastante eficaz, apesar de dificuldades ligadas à falta de médicos em certas especialidades e aos aspectos geográficos do país. As causas desta eficiência devem-se à combinação de vários factores: promoção e prevenção da saúde; alta participação dos utentes na despesa, sem seguros privados ou mutualistas; organização descentralizada que associa impostos locais a cuidados de sáude locais, versatilidade das carreiras e da organização interna hospitalar.
No entanto, sentem-se cada vez mais desigualdades entre habitantes de diferentes municípios, devido a uma má repartição geográfica de médicos (que gera disparidades na prestação de cuidados de saúde) e a certos problemas relacionados com o financiamento descentralizado. O Norte continua a ter dificuldades para atrair jovens médicos, apesar dos incentivos materiais que recebe. Alguns municípios têm cada vez mais dificuldades de financiamento de todos os cuidados de saúde necessários à população residente, principalmente os pequenos municípios (75% dos municípios têm menos de 10000 habitantes e 20% menos de 2000). Questões eleitorais fazem hesitar os responsáveis locais no aumento dos descontos à população, fazendo com que os municípios tendam a reagrupar-se para resolver os problemas financeiros, mesmo que a administração central lhes atribua subvenções complementares (a relação de despesas de saúde entre municípios varia entre 1,5 a 2,5).
Outro problema que afecta os pequenos municípios reside nas dificuldades de negociação de preços associados aos serviços de saúde. A concorrência faz-se em prejuízo dos municípios de menor dimensão, visto que uma reforma em 1993 permitiu uma política activa de aquisição de serviços de saúde por parte dos municípios. Na realidade, as negociações são feitas entre municípios e distritos hospitalares, ficando os pequenos municípios a pagar um preço, sem saber qual o custo real dos seus residentes para o hospital. Isto resulta em grande variação de contribuições entre municípios pertencentes a um mesmo distrito hospitalar.
Mas o maior problema, directamente sentido pelos finlandeses, é o atraso no acesso aos cuidados de saúde, devido à falta de médicos. As razões que estão por detrás das “listas de espera” residem nessa falta de médicos, mas também nas dificuldades de financiamento e na falta de instalações.
Em 1993, aquando da recessão económica, foi decidida uma redução no “numerus clausus” dos médicos, com consequente carência destes profissionais nos anos seguintes. Há cerca de 3 anos o “numerus clausus” foi reajustado, mas óbviamente ainda não se sentem os efeitos dessa medida.
As reformas e ajustamentos no sistema de saúde finlandês são frequentes tal como nos outros sectores económicos. Essa disponibilidade para mudar o que não funciona e aperfeiçoar aquilo que funciona, num sistema de avaliação permanente, faz-se também com o valioso apoio das agências independentes, que detêm as estatísticas, avaliam necessidades e analisam resultados e também pela negociação permanente, que permite um adaptação períódica do sistema, geralmente em base anual.
Actualmente, a reforma em discussão consiste na questão local dos reagrupamentos de munícipios e de centros de saúde, no sentido de tornar mais eficaz o sistema – será que o reagrupamento de alguns municípios induzirá uma dimensão optimizada e uma maior força financeira?
No que diz respeito à Educação, considerado internacionalmente um sistema de alta qualidade, também este é público, universal e gratuito, estando a prestação da escolaridade (pré-escolar, básica e secundária) a cargo dos munícipios e sendo a presença do sector privado muito baixa, comparativamente aos outros países europeus (7,3 biliões de euros, 24% do total, é a despesa do sector municipal em educação e cultura, est. 2005)[14].
[4. Uma organização descentralizada de Estado - "Finlândia: Municípios e Descentralização"]
____________________________________________
[11] Alain Lefebre, Le système de santé finlandais, societesnordiques
[12] Primary Health Care Act (66/1972), www.finlex.fi
[13] Novas Tecnologias de Informação e Comunicação.
[14] O orçamento total do sector municipal é aprox. 32 biliões de euros, com 430 000 funcionários, http://www.kunnat.net
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30.11.06
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Tuesday, November 28, 2006
A sobrevivência do sistema de saúde e assistência social finlandesa durante a depressão económica dos anos 90
A depressão económica dos anos 90 teve efeitos na procura de cuidados de saúde e serviços sociais. Ao mesmo tempo, os municípios, que eram responsáveis pela oferta desses serviços, experimentaram várias dificuldades económicas e tiveram de fazer opções para enfrentá-las.A extensiva oferta pública de cuidados de saúde e serviços de assistência social é uma das características do sistema de Providência finlandês (e nórdico).
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Nos próximos posts serão tratados o sistema de saúde finlandês e as reformas na Investigação e no Ensino Superior.
[3. A sobrevivência do sistema de saúde e assistência social finlandesa durante a depressão económica dos anos 90 - "Finlândia: Municípios e Descentralização"]
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28.11.06
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A crise económica dos anos 90 na Finlândia
A crise económica finlandesa dos anos 90 foi muito severa. O decréscimo do PIB real entre 90-93 foi cerca de 14 %, quatro vezes superior ao do colapso da Grande Depressão dos anos 30. A taxa de desemprego subiu de 3% em 1990 para quase 20% no início de 1994. A depressão provocou, por vários anos, uma baixa considerável do nível de vida dos finlandeses, conduzindo à falência de empresas e a uma crise bancária de larga escala, tendo por fim criado graves problemas às finanças públicas, pondo mesmo em causa o Estado-Providência[8] finlandês.
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[2. A crise económica dos anos 90 na Finlândia - "Finlândia: Municípios e Descentralização"]
Publicado em Ovi Magazine
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28.11.06
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Wednesday, November 22, 2006
Introdução (Finlândia: Municípios e Descentralização)
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[1. Introdução - "Finlândia: Municípios e Descentralização"]
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22.11.06
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